Livro | Tempo de Movimento

  • Parte VI | Vale do Paraíba – a construção da paisagem

  • Parte V | Do Planalto para o Vale do Paraíba

    A parte V do livro Tempo de Movimento pretende acompanhar o processo de expansão colonial a partir da vila de São Paulo em direção ao Vale do Paraíba. O capítulo leva o leitor a compreender “como” aconteceu o desbravamento, povoamento e a colonização da região do Vale do Paraíba nos anos seiscentos.

  • Parte IV | Manifestações artísticas e religiosas

    O capítulo pretende compreender o cotidiano no planalto paulista no início de sua formação e expansão, fruto do encontro de civilizações, no seio de uma sociedade mística, inventiva, sertaneja e original.   Analisar as práticas sociais decorrentes desta experiência humana marcada pela miscigenação, pela criatividade manifestada no barroco paulista e pela aventura pelo sertão desconhecido e o temor a Deus. Estes fatores fortaleceram a identidade do paulista e os tornaram  precursores da cultura nacional.

  • Parte III | A Vila de São Paulo e a expansão paulista (1590- 1640)

    O capítulo busca compreender como a vila de São Paulo de posto avançado do processo de colonização portuguesa se transforma em polo para o processo de continuidade do movimento de expansão europeia nesta parte do território brasileiro; e, quais foram os impactos da ação empreendedora dos paulistas no contexto colonial. 

  • Parte II | O Paulista

    O segundo capítulo do livro “Tempo de Movimento” busca acompanhar a marcha dos colonos europeus do litoral para o planalto de Piratininga. O estudo procura apontar os acontecimentos e os fatos mais importantes que ocorreram nesta nova vila fixada no interior do país. Nele enfatiza a formação da Vila de São Paulo de Piratininga, (1560-1590) com feições próprias, singulares e originais no contexto colonial brasileiro e as particularidades de seu cotidiano que resulta na formação do  “paulista”. Trata ainda do encontro e do desencontro dos colonos com os povos autóctones, a mestiçagem e a aculturação decorrentes que dão origem ao mameluco, “o homem sem mãe”. Salienta ainda a presença dos jesuítas e da Câmara Municipal como expoentes da vila no primeiro século de sua existência.  Bem como trato da gestação do catolicismo paulista.  Por fim, conclui que com o movimento incessante  ocorre  a abertura de novos caminhos  e a vila de São Paulo se transforma em  uma nova fronteira no processo de colonização portuguesa  e acaba se tornando  um polo de expansão para o interior do país.

     

  • Parte I | Travessias

    O presente estudo busca recuperar o movimento de expansão comercial europeia no centro sul brasileiro a partir da fundação de São Vicente e a sua continuidade com a ocupação e organização da vila de São Paulo entre os anos de 1532 a 1560. Procura compreender como as primeiras povoações e, notadamente as vilas de São Vicente e de São Paulo tornaram-se postos avançados criados com o objetivo assegurar a posse desta parte do território colonial português e alcançar as prometidas riquezas no interior da colônia portuguesa nas Américas.


Os capítulos do livro Tempo de Movimento, postados neste blog a cada terça e sexta-feira, mostram como homens realizam a travessia em busca de novas oportunidades e não só constroem suas vidas como participam de um longo processo de colonização nas Américas, abrem caminhos, estabelecem novas fronteiras, dão origem a uma nova raça, a dos paulistas,  formam a região do Vale do Paraíba Paulista e descobrem o ouro nas Minas Gerais.  Movimento que cessa com a guerra, a “Guerra dos Emboabas”. Daí o título, pois a palavra movimento diz exatamente isso, coisas e pessoas que se mexem, que se espalham e depois desaparecem.  Mas que dão origem a novas questões, valores e identidades. Estes movimentos proporcionam uma grande mudança que é cultural. Os resultados foram amplos e duradouros ao realizar a integração do centro-sul brasileiro, a formação do brasileiro e o grande mistério do aparecimento, da devoção popular e do culto de Nossa Senhora Aparecida.

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